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Ata/2025-08-29 - Subcomitê estratégico Eixo 3

Wikimedia Brasil
ATA DE REUNIÃO DA WIKIMEDIA BRASIL


Ao dia vinte e nove de agosto de dois mil e vinte e cinco, às dezoito horas e zero minutos, realizou-se a reunião do subcomitê estratégico do eixo Fomentar e diversificar parcerias pelo conhecimento livre no Brasil da Wikimedia Brasil, inscrita no CNPJ sob nº 29.801.908/0001-86, na qual estiveram presentes remota ou presencialmente Alexander H., Amanda J., August R., Henrique N., Isabela T., Lilian M., Marília R., Pedro T. Foi notificada e justificada previamente a ausência de Hector C.. Nesse contexto, foi aberta a discussão das seguintes pautas e tópicos:


Acolhimento e introdução

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A coordenação do subcomitê recepcionou as pessoas participantes, registrando que algumas não estiveram na primeira reunião, por isso seria importante realizar um breve resgate sobre a importância dos subcomitês de estratégia como parte integrante do ciclo estratégico 2023-2025. Foi retomado que todos os eixos possuem seus comitês de pessoas voluntárias, que periodicamente se reúnem para discutir e apresentar suas perspectivas a respeito de como a estratégia está sendo implementada. Ao observar a página do manifesto estratégico, todos retomaram a identificação da intencionalidade e dos direcionamentos do referido eixo III.

Foi feita uma síntese sobre o que ocorreu na primeira reunião do subcomitê, em julho, e compartilhada a proposta de pauta da reunião atual, com foco na avaliação da implementação da Estratégia WMB 2023-2025, considerando os aprendizados, lacunas e caminhos de aprofundamento. Também foi proposto pelos oradores que sejam compartilhadas reflexões iniciais para o próximo ciclo estratégico, que será a pauta da reunião de outubro. A coordenação lembrou que o ciclo que começou com a Teoria da Mudança de 2022 envolveu um processo de consolidação da Wikimedia Brasil (ainda enquanto Wiki Movimento Brasil) e que o contexto atual trouxe potenciais mudanças à forma como a organização pode atuar e suas funções no ecossistema do conhecimento livre do Brasil. Os participantes foram estimulados a uma primeira rodada de análises sobre a implementação da estratégica, trazendo pontos fortes e lacunas a serem superadas.

Avaliação da implementação da Estratégia WMB 23-25

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O participante 1 compartilhou sentir que a iniciativa de Wiki Loves Estado é boa, mas que sente haver um gargalo de longevidade das parcerias estabelecidas no contexto dessas ações. Afirmou que é relevante seguir no processo de diversificação geográfica na governança da Wikimedia Brasil, mas que há dificuldade em construir comunidade a partir do eventos nos estados em que há muita lacuna de conhecimento. Chegamos aos locais, fazemos caminhadas, oficinas, edições, mas um ano depois não tem novos usuários daquelas regiões, talvez com exceção do Wiki Loves Bahia. Talvez seja necessário ter uma métrica para acompanhar de fato e pensar em como resolver esse gargalo.

A participante 2 demonstrou concordância e afirmou que é bastante complicado construir uma comunidade voluntária sem nenhum ponto de referência no lugar. Reconheceu que há um trabalho grande da equipe profissional para criar vínculos locais, para que o trabalho se desenvolva, e as pessoas envolvidas acabam conseguindo fazer e aprender de fato, mas depois isso se perde porque as pessoas locais não parecem conseguir manter, porque estão sobrecarregadas, muitas vezes são servidores públicos, já com muitas tarefas e poucas condições de absorver atividades voluntárias. Afirmou que é um projeto legal, dá visibilidade, a gente acaba ganhando alguns usuários que podem fazer uma diferença gigantesca, e são formadas redes. Mas talvez seja preciso colocar menos pressão para a equipe profissional conseguir parcerias assinadas, e investir mais na principal forma de criar novas redes de produção de wikimedistas, que é a universidade.

Para ela, o foco tem que ser em parcerias de educação, com professores, lugares onde se tem alguém que é o ponto de contato. A sugestão seria mudar o foco dos wiki loves estados e wiki ocupas, que estabelecem parcerias com instituições culturais, e buscar professores dessas regiões... os alunos que participam podem até não permanecer editando, mas quem fica, inspirado por professores alinhados, faz um trabalho excepcional. Por isso, reforçou que nossas parcerias fundamentais devem ser com professores ou com instituições culturais que tenham programas comunitários e educacionais fixos, não vão criar programas por causa da wiki, por mais que a pessoa goste, é difícil de passar institucionalmente. Parcerias com bibliotecas da USP, por exemplo, funcionam, porque têm uma entrada institucional que facilita a continuidade. Com Goethe Institut é a mesma coisa, talvez devêssemos buscar bibliotecas ou museus que já tenham programa de pós-graduação, como da Fiocruz que tem trânsito de pessoas de forma contínua e frequente, com chance maior de angariar novos usuários. A recomendação seria focar em lugares de maior trânsito, os próximos ocupas, wiki loves estado, pensando em lugares que vão oferecer maior fluxo de pessoas e caem em algum programa de pesquisa ou extensão, que têm mais potencial de fazer isso continuar vivo naquele lugar.

O Participante 1 retoma a palavra para reforçar que isso se torna ainda mais necessário em uma situação em que não temos uma pessoa exclusivamente dedicada para GLAM.

Participante 3 pede a palavra e diz que está pensando em outras questões. Segundo sua visão, editores(as) mais ativos(as) e mesmo os(as) que foram admitidos mais recentemente como membros(as) da WMB podem ter interesse em fomentar parcerias, mas existe uma centralização na comunicação e isso gera um gargalo. Para ele, qualquer membro(a) que tivesse interesse, conseguiria ter mais autonomia se houvesse regras normativas compartilhadas, procedimentos claros, modelos de como fechar parcerias. Por exemplo, pensando em órgãos públicos que não publicam conteúdos sob licença livre, apesar de indicar de forma genérica que materiais podem ser utilizados gratuitamente, não estão usando uma licença livre de fato e muitas vezes precisaria ter um contato mais formal, em nome da Wikimedia Brasil, para propor que adotem as licenças, talvez em formato de carta, ter um modelo padronizado explicando importância dos projetos, de fazer a liberação desse tipo de mídia e isso poder ser usado por todos, sem necessidade de aprovações centralizadas na Comunicação. Poderia ser um canal no slack que a pessoa coloca qual é a instituição para onde vai ser encaminhado um email, a partir de um modelo de texto, que pode ser adaptado, dois wikimedistas validam se está ok e já pode ser feito, com agilidade maior, na linha de descentralizar, da mesma forma que o Calilu fez com a brochura do Organize, ajuda que cada pessoa seja um indivíduo ativo como liderança para criar algo dentro do movimento.

A participante 4 disse concordar com a ideia, mas gostaria de retomar ao ponto da Participante 2. A questão das parcerias é especialmente importante para a retenção de pessoas. Ao realizar um evento, não gera-se um potencial de retenção porque não tem um projeto articulado, alguém dedicado para isso. Existem algumas potencialidades que podem ser melhor exploradas, como os projetos de extensão com wiki; com o Calibra, foi trabalhada uma maneira de apresentar para professoras e professores os projetos Wikimedia como viabilidade para a extensão. Na Educação Básica, especialmente no Ensino Médio, também é possível trabalhar com a questão da desinformação, a BNCC (Base Nacional Comum Curricular) pede conhecimentos de tecnologia, tem o componente de projeto de vida, que apesar das críticas, muitos professores no estado de SP oferecem disciplinas inteiras que poderiam trabalhar com projetos wiki, uma capilaridade que pode ser explorada.

O participante 5 afirmou que concorda com todas as colocações dos demais e lembrou que a Wikimedia Brasil é uma organização de educação, portanto é um caminho natural que busque se envolver mais com parcerias deste campo. Relembrou também do projeto “Commons in the classroom”, pelo qual um dos membros da WMB ofereceu apoio a professores(as) e estudantes de escolas públicas em edifícios tombados, ministrando oficina de fotografia e carregamento de imagens. Tal iniciativa mostrou que é possível se dirigir a um público mais jovem, antes da universidade, e que está acessando a internet todos os dias, mas em geral sem letramento midiático e que precisa de habilidades para ter mais oportunidades no futuro. Ao se envolver mais cedo com projetos Wikimedia, esses estudantes podem se mostrar motivados e se engajar talvez até mais que alunos universitários, muitas vezes tomados por compromissos. Ele conta que desenhou um projeto com sua professora na universidade, mas que não foi adiante porque ela não tinha tempo para fazer o WikiConecta, pois o MOOC traria uma demanda a mais e ela já estava com muitos projetos. Segundo ele, isso mostra que é preciso tentar propor projetos de extensão com professores(as) que tenham interesse em se capacitar e disponibilidade de se envolver, mostrar caminhos de uso da wiki que façam sentido para seus próprios projetos é uma boa alternativa também, segundo ele. Mas é importante lembrar que no início muitas vezes eles irão precisar de apoio para desenhar e implementar iniciativas, pois mesmo que a extensão universitária seja uma exigência, as ferramentas para fazer isso na wiki nem sempre são bem dominadas por eles. Um bom caminho seria pensar em projetos de extensão que conectem a universidade às escolas públicas, mostrando que podem contribuir com imagens de suas realidades e de seus territórios, por exemplo, pois fazer alunos mais novos editarem na Wikipédia pode ser mais difícil.

Pelo chat, a participante 4 sugeriu ter alguém contratada para acompanhar professores e professoras, uma espécie de assistente de educação. A participante 2 disse achar difícil por questões de orçamento.

O participante 1 retomou a palavra para afirmar que dois casos recentes de professores universitários que conseguiram orientar e engajar muitos estudantes não ocorreram graças à WMB, parece ainda não haver projetos de parceria que chegaram a um nível de maturidade auto sustentável. Não adianta chegar para um museu e ter que explicar os princípios de ciência aberta, divulgação científica, digitalização de acervos, fazer todo o convencimento, pois as chances de ter continuidade são menores do que quando já há pessoas fidelizadas. Ele afirmou ainda que pode ser relevante a organização propor atividades para a própria comunidade, não só convites, mas engajar para realizar coisas juntos. Pontuou também que pode ser o caso de estudar quantas páginas da Wikipédia apresentam conteúdos que são exigidos pela BNCC. Por exemplo, nas áreas de história, de matemática, biologia, entender como estão os temas que precisam ser ensinados e que os estudantes vão estudar em algum momento auspiciosamente, saber qual a qualidade desses verbetes na Wikipédia e convidar a comunidade a melhorá-los. Ter conteúdo de qualidade bem indexado talvez seja uma questão interessante em termos de comunicação com a comunidade: ao invés de seguir produzindo artigos sobre assuntos gerais, ou interesses muito específicos, trabalhar com temas que sejam necessários para a educação do país. Sabemos que a comunidade tem idiossincrasias, as pessoas têm seus interesses, mas é possível propor temas com uma função social, algo para além dos concursos já realizados. Para ele, há temas muito carentes de informações de qualidade, o convite para escrever sobre eles pode ser mais interessante do que para escrever sobre algum estado que as pessoas da comunidade talvez não conheçam tão bem. Se for para contar que o objetivo é inserir conteúdo atualizado e acurado sobre a pauta da Educação Básica, como algo transversal, pode ser um elemento motivador. Ao retomar que em 2008 havia a iniciativa dos portais temáticos, como o de biologia, poderia ser interessante pensar em algo semelhante, como forma de atuar sobre dificuldade de retenção e diminuição do número de administradores. Por fim, reflete sobre a necessidade de diversificar fontes de financiamento, para a sustentabilidade da organização para além do apoio da Fundação, destaca que a Afropédia trabalhou por um ano com verbas do Ministério da Igualdade Racial, existem leis de incentivo, o Ministério da Educação, Fundações que podem se interessar, especialmente se houver ênfase na pauta da Educação Básica.

No chat, o participante 5 reforça que para participar de editais de fomento e não depender apenas da Fundação, é importante ter previsibilidade de ações, pois muitos editais pedem um planejamento de pelo menos 2-3 três anos à frente. Já ter uma definição de todos os estados do Wiki Loves Estados, por exemplo, ao invés de definir em cada final de ano qual vai ser o próximo, seria vantajoso.

A participante 2 pontua que a equipe profissional fica extremamente sobrecarregada com métricas altas e isso tira disponibilidade de tempo para manter relacionamentos com parceiros e parceiras. Criar esses vínculos é importante, mesmo que para isso seja necessário diminuir métricas quantitativas e focar mais no qualitativo, ainda que não seja algo muito simples de negociar, mas que, enquanto comunidade, ela gostaria de ver acontecendo. Também registrou que o projeto de Saúde Auditiva tem criado muito conteúdo de qualidade, graças ao suporte de pessoas como Thais Morata. Muitos grupos semelhantes já demonstraram interesse parecido nos últimos anos, mas sem ter alguém para a mediação e apoio constante, perde-se o engajamento. Sabe-se que foi necessário focar nas métricas quantitativas para obter o reconhecimento como capítulo. Agora, talvez seja o momento de defender que não é sobre quantidade, mas sim sobre qualidade.

No chat, participante 3 afirma que os números vão vir naturalmente, se a gente tiver uma estrutura.

Encaminhamentos

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A oradora retoma uma síntese dos principais pontos compartilhados pela comunidade e informa que serão registrados em ata anonimizada, que também se tornará um insumo para os relatórios do processo estratégico 2023-2025. Em seguida, propõe que cada pessoa apresente sugestões e encaminhamentos para os desafios localizados. Também compartilha telas da Teoria da Mudança 2024, reforçando que alguns dos elementos e princípios já definidos pela comunidade podem ser endereçados por meio de ações que este subcomitê tem observado. Em especial, retoma os conceitos de “Cooperação nacional” e “Rede de redes”, e pergunta aos participantes se gostariam de sugerir características ou critérios a serem observados em estratégias que possam materializar tais princípios. Ela reforça que a Teoria da Mudança é um documento mais abstrato, que vai ganhando operacionalização em outros documentos, como o novo processo estratégico (em construção, haverá direcionamentos para as ações em cada eixo) e os planos de atividades de cada ano (que materializam estes direcionamentos em operações concretas e ainda serão debatidos na próxima reunião dos subcomitês).

A participante 2 afirma que sua fala anterior não foi uma crítica, reconhece que a equipe profissional faz um trabalho incrível e que gera bastante resultado, só considera relevante fazer uma tentativa de melhorar para ter mais retorno com os esforços, que acabam sendo multifocais, talvez se puder focar em um número menor de frentes tragam mais resultados. Uma forma talvez seja continuar processo de parcerias com órgãos governamentais e de regulamentação. Principalmente nesse cenário de Inteligência Artificial, entrando em outras questões relevantes, mostrar o poder e a necessidade de buscar mais informações é crucial. Para uma organização fazer isso sozinha é difícil, talvez possa ter uma frente mais direcionada para professores e outra frente para outros órgãos com entrada maior na sociedade civil, reconhecidos como lugares de referência, não só estar na CDR (Coalizão Direitos na Rede) e em ações com OKBR, Internetlab, onde a Wikimedia Brasil já tem pontes, mas investir mais nesses relacionamentos.

Participante 3 pede para fazer um breve comentário e afirma que ao mesmo tempo em que o cenário atual traz desafios, como mais exposição a conteúdo falso ou sintético fabricado, isso também vai criando uma certa imunidade, as pessoas estão, talvez pela primeira vez, mais interessadas em saber a fonte, origem, de onde aquela informação vem, algo pelo que a comunidade wikimedista sempre brigou, pois muitas pessoas queriam contribuir com informações sem fonte, ou não queriam colocar, agora parece que estão percebendo esse cuidado maior; então é uma dor, mas talvez também seja positivo. Sua experiência recente de tentar organizar uma editatona com uma pessoa da área de informática que não conhecia muito sobre projetos abertos e conhecimento livre, passou a percepção de que o acesso à Wikipédia e dos projetos diminuiu, não tem um fluxo grande como no passado, mas as pessoas continuam consumindo conteúdo wiki, indiretamente, por meio da IA, de assistente virtual, do resumo do Google, todos esses sistemas usam especialmente as informações de Wikidata para poder organizar informações. Isso é importante para apresentarmos a relevância da Wikimedia sem falar apenas de Wikipédia.

No chat, o participante 1 afirma que a ideia de rede proposta pelo calibra/calilu/organize! Consegue sugerir formas de relacionamento que não sejam mantidas apenas pela equipe profissional da organização. A participante 4 complementou a fala, trazendo o informe de que ela e outro membro da WMB entraram na trilha voluntária da OKBR, e destacou que o contato é bem interessante, algo que o participante 5 disse que também está realizando.

Por fim, o participante 1 questionou sobre o princípio “Articulação Sul-Sul”, pois afirmou não estar claro como isso será de fato operacionalizado, destacando que não parece que esse conceito está mais bem estabelecido atualmente do que há quatro anos, no início do processo estratégico anterior. Destaca que a relação com afiliados da América Latina já passou por muitas disputas, tanto de recursos quanto de participação nos espaços decisórios, que sabe que algumas pessoas da comunidade podem ter resistência ao andamento de relações multilaterais na América Latina, mas afirma ser particularmente favorável a estratégias para isso.

A participante 2 concorda que é possível resolver esses desentendimentos, e que também há outros territórios do Sul Global com muitas semelhanças com a realidade brasileira, como Gana, Nigéria e a Indonésia. Talvez não em parcerias ou projetos implementados em estados como São Paulo ou Rio de Janeiro, mas com os Wiki Loves Estados, Wiki Ocupa e outras ações no interior do País sim. Dificuldades para ter espaço, acesso a materiais como computador e internet são comuns, e muitas vezes eles estão à frente de nossa capacidade de construir soluções criativas para tais desafios. Reforça que a Wikimedia Brasil poderia se beneficiar de aproximações para aprender com essas experiências, e que o Capacity Exchange é uma boa plataforma para gerar essas conexões.

O participante 1 resgata que o projeto de Financiamento Climático, do qual a Wikimedia Brasil está participando, gerou conteúdos sobre a questão ambiental na Indonésia e ficou muito claro que realmente há muitas similaridades, a realidade de desertificação, questões com a produção de azeite, muitas pautas em comum e relações bilaterais antigas, que poderiam ser aproveitadas no novo processo estratégico. Afirma que programas da ONU (Organização das Nações Unidas) promovem relações entre organizações não governamentais para trabalhar programas comuns, focados em construir relações de forma conjunta. Afirma que há bons caminhos para isso, a questão é o interesse político de pautar.

Encerramento

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A coordenação do subcomitê agradece todas as contribuições, resgata que foram feitas análises significativas e compartilhadas perspectivas relevantes, com sugestões de encaminhamentos relevantes. O conteúdo será absorvido pela equipe profissional, que irá propor a redação dos relatórios a serem analisados coletivamente em outros espaços.

A reunião foi encerrada com a confirmação do calendário das próximas atividades do processo estratégico, incluindo uma reunião presencial em outubro dedicada à construção da estratégia para o triênio 2026-2028. Houve percepção de boas contribuições e celebração da participação da comunidade na governança da Wikimedia Brasil